Não quero dramatizar e fazer dos problemas reais monstros insolúveis, becos-sem-saída. Nada é muito terrível. Só viver, não é? A barra mesmo é ter que estar vivo e ter que desdobrar, batalhar um jeito qualquer de ficar numa boa. O meu tem sido olhar pra dentro, devagar, ter muito cuidado com cada palavra, com cada movimento, com cada coisa que me ligue ao de fora. Até que os dois ritmos naturalmente se encaixem outra vez e passem a fluir. Porque não estou fluindo. (Caio Fernando Abreu)
"Tenho tido bons momentos e todos os dias Deus me dá uma alegria que ameniza qualquer desespero. Paciência deve ser o meu aprendizado agora… Aceito e agradeço." - Marla de Queiroz (via casinoboulevard)
Mc Donalds custava R$ 4,50. Meninas de 11 anos brincavam de boneca, meninos de 12 anos assistiam a Cavaleiros do Zodíaco. As músicas tinham coreografia. Tênis de luzinha era essencial, Kinder Ovo era 1 real. Maquiagem era coisa de gente grande. Pra saber da vida de alguém só lendo os cadernos de perguntas que fazíamos. Crianças tinham tamagoshi e não Celular. Merthiolate ardia. Gameboy era questão de status. Se você também teve essa INFÂNCIA Reblog.